domingo, 19 de março de 2017

Termos muito úteis que os petistas Não querem que você conheça

*Cedê Silva

“EMPODERAMENTO”, “sororidade”, “micro-agressão”, “discurso de ódio”, “gaslighting” e “falsa simetria” são palavras que você tem visto com frequência na sua timeline. Elas não eram comuns no Brasil até poucos anos atrás, mas estão se multiplicando. Esses conceitos não são neutros: são lentes para uma determinada forma de enxergar o mundo. Notadamente, são termos amplamente usados pela esquerda universitária americana: “empowerment”, “sorority”, “microagression”, “hate speech”, “gaslighting” e “false symmetry”.
A esquerda brasileira tem importado com cada vez maior frequência termos como esses. Com efeito, existem esforços para produzir traduções adequadas para aqueles que ainda estão em inglês (ex. “gaslighting”), pois na língua original eles seriam “elitizantes”. É engraçada essa forma de enxergar o idioma como mero instrumento, como se fosse possível importar termos e traduzi-los sem trazer com eles a visão de mundo correspondente (que é, em grande parte, de um público universitário altamente politizado). A própria língua inglesa é muito mais favorável que a nossa ao portmanteau, daí os termos aparentemente intraduzíveis como “manterrupting”, “bromance”, “brunch”, etc. Muitos portmanteaus usamos em português sem tradução: motel, cheeseburger, sitcom, e-mail, screenshot, cosplay, etc.
A esquerda brasileira também gosta muito de usar um termo – este produto nacional – chamado “indignação seletiva”. Ocorre que eles mesmos são responsáveis por um fenômeno que chamo de “importação seletiva”. Consiste em trazer para o debate brasileiro os conceitos favoritos da esquerda estrangeira e ignorar termos usados por AMBOS os lados do debate “na gringa”, e que, na verdade, ajudam muito a entender o Brasil.
Quais termos são esses?
E por que também não foram importados?
Astroturfing
1. Astroturfingv. A prática de mascarar os verdadeiros patrocinadores de uma causa, mensagem ou política.
Em inglês, chamamos de “grassroots” aqueles movimentos “de raiz”, que se formam de baixo para cima, nas comunidades: com a Dona Maria, o Seu Geraldo, etc. Acontece que “AstroTurf” é uma marca famosa de grama sintética. Portanto, são chamados de “astroturfs” aqueles movimentos políticos que se disfarçam como “de raiz” mas na verdade têm patrocinadores poderosos por trás, como empresas, governos, partidos ou sindicatos. Em português poderíamos chamá-los de movimentos “siliconados” ou coisa assim.
Por que a esquerda brasileira não importa o termo “astroturfing”?
Porque ela é maior usuária e beneficiária da grama sintética. O conceito ajuda você a enxergar, por exemplo, que CUT, MST, MTST e uma misteriosa coisa chamada “Frente Brasil Popular” – todas elas participantes de manifestações pró-PT – são apenas astroturfs do PT. Podemos lembrar também do “Movimento pela Ética na Política”, da “Campanha Jubileu Sul” ou do “Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva” – todos eles frutos do PT. O termo “astroturf” também ajuda você a suspeitar de certos eventos misteriosos, como ataques racistas a profissionais da TV Globo acontecendo nos mesmos dias de Operação Lava Jato, sites com aparência “coxinha” que mobilizam doações para ONGs, e adesivos obscenos e hashtags com palavrão que subitamente estouram no Twitter. Também ajuda você a ler jornal melhor. Veja esta imagem:
São tweets da @folha no dia em que Lula foi conduzido pela Polícia Federal. Observe os quatro “diferentes” atores: Instituto Lula, Governo, PT e Dilma. A estes poderíamos somar Guilherme Boulos, João Pedro Stédile, Marilena Chaui, etc. Com a maior facilidade do mundo, sob diferentes cores de “grama”, a mesma “raiz” PT emplaca várias notícias com o mesmo viés e assim pode “controlar a narrativa”. Falando nisso….
Spin doctor
2. Spin doctors. Um profissional cujo trabalho é tentar controlar a forma com que uma notícia é descrita ao público, de forma a influenciar o que elas pensam a respeito.
Você já ouviu falar bastante sobre a “imprensa que manipula”, mas não chegou no Brasil o termo que descreve exatamente o responsável por essa prática. O termo foi cunhado nos anos 80, em um editorial do New York Times sobre um debate presidencial, para se referir aos assessores de imprensa que tentam influenciar o trabalho dos repórteres. “Doctor” não significa apenas “doutor” ou “médico”: o verbo “to doctor” pode significar “falsificar”.
Por que a esquerda brasileira não importa o termo “spin doctor”?
Por vários motivos. Em primeiro lugar, a noção de um “spin doctor” traz uma responsabilidade individual que a esquerda não enxerga. A “imprensa golpista” e a “mídia manipuladora” são forças super-estruturais, mas um “spin doctor” é uma pessoa. Além disso, a noção de “spin doctor” gira o holofote na direção oposta: os doctors em geral são assessores de imprensa, publicitários, blogueiros, etc. que informam a posição dos jornalistas, e não os próprios jornalistas, que são os verdadeiros vilões na narrativa da esquerda sobre a imprensa.
O termo “spin doctor” ajuda você a enxergar vários fenômenos muito importantes para a esquerda que ela quer que você ignore. Por exemplo:
– uma presidente demite vários ministros envolvidos em corrupção. Em vez de ela ser responsabilizada por ter contratado tantos corruptos, o spin doctor transforma isso em “faxina ministerial” e a presidente sai do episódio com boa imagem.
– milhões de pessoas vão às ruas espontaneamente, em um domingo, com cartazes improvisados, pedir o impeachment. Depois, em dia útil, uns tantos apaniguados, muitos deles vindos de ônibus fretados de cidades do interior, todos uniformizados e portanto bandeiras e balões, se pronunciam contra. O spin doctor declara com confiança: “o País está dividido!”.
– milhões de pessoas etc. etc. pedem impeachment. O spin doctor produz uma afronta à inteligência: a frase “não vai ter golpe”, deslocando totalmente a questão. Quem retrucar que “impeachment não é golpe” já caiu na armadilha do doctor: expliquei isso em Petistas Magros Não Lutam Sumô.
Dog whistle
3. Dog whistle. s.m. A divulgação de mensagens políticas que têm um significado para o público em geral e outro (subentendido) para a militância.
Você já reparou que em determinados momentos seus amigos petistas nas redes sociais ficam quietos? Quando o noticiário não favorece a agenda do partido, eles param de postar ou então passam a falar de seriados, flores… Isso acontece porque estão aguardando o “dog whistle”, o sinal do Comando Central para tentar emplacar uma pauta. Em 1º de abril deste ano, por exemplo, a Lava-Jato deflagrou a fase Carbono 14, que lançou luz no caso Celso Daniel. Este tema está vetado da agenda petista. Mas no dia seguinte a IstoÉ lançou uma capa com o título “explosões nervosas da presidente”. Os influenciadores da rede petista – os blogueiros, artistas, etc. de sempre – repercutiram a capa com grande ênfase. Não houve qualquer discussão sobre a VEJA do mesmo fim de semana. Por quê? Porque VEJA trazia uma capa sobre Celso Daniel…
O público “comum” entendeu que a repercussão sobre a capa da IstoÉ era o que parecia ser: um repúdio ao machismo, uma defesa da imagem da então presidente, etc. Mas a militância entendeu o som agudo do apito: ao falar de Dilma, a ordem era para sufocar qualquer repercussão da Lava Jato ou do caso Celso Daniel naquele fim de semana.
Por que a esquerda brasileira não importa o termo “dog whistle”?
Porque ela é a maior usuária do apito, e na verdade a esquerda funciona quase inteiramente assim: criando uma cultura, uma moda, e despertando nas pessoas o medo de não se adaptar à regra, ao que é aceitável, legal, descolado, politicamente correto. Esse medo não pode ser ostensivo, mas sutil: se você não participar de compartilhamentos suficientes, se não mudar seu sobrenome no perfil, se não trocar seu avatar, se “curtir” esta ou aquela página, você será mal-visto, e muita gente faz questão de publicar isso (“não quero como amigos gente que…”).
Em novembro de 2015, Lula pediu à militância que criasse “uma corrente de boas notícias”. O resultado foi a onda das fanfics de esquerda.
Em janeiro de 2016, Flávio Renegado postou uma capa de uma IstoÉ de abril de 2013 e pautou as timelines daquela semana – o post de uma revista velha teve mais de 11 000 compartilhamentos. O texto que acompanha a foto: “Ótimo jeito de começar a semana”.
Empty suit
4. Empty suit. adj. Uma pessoa – em geral político, acadêmico ou colunista – que posa de importante mas não tem qualquer conteúdo, e – em especial – emite opiniões sem ter o “dele” na reta.
“Empty suits” são exatamente “ternos vazios”: pura imagem, zero conteúdo. Mudam de opinião com grande facilidade, já que não arcam com qualquer responsabilidade pelo que dizem. Mangabeira Unger, por exemplo, escreveu que “o governo Lula é o mais corrupto de nossa história nacional” e logo depois virou ministro do Lula. Kátia Abreu assinou texto sobre os perigos do gramscismo e das milícias do pensamento e depois virou ministra de Dilma (e sua mais firme defensora no ministério).
Por que a esquerda brasileira não importa o termo “empty suit”? 
5. Newspeak. s.f. “Novilíngua”, a linguagem ambígua e enganosa promovida por um regime (ou partido) com o objetivo de reduzir o horizonte de consciência das pessoas.
A “newspeak” foi criada por George Orwell no romance 1984, mas ele já enxergava na União Soviética o fenômeno de controle pela linguagem quando escreveu o livro.
Por que a esquerda brasileira não importa o termo “newspeak/novilíngua”?
Ao controlar seu vocabulário o regime limita o que você consegue pensar. Dessa forma, as suas opiniões importam muito pouco. É irrelevante votar no partido A ou B se no final das contas esses partidos estão comprometidos com a mesma casta e com as mesmas ideias (assim, o PSDB pode ser um partido “de direita” e o PSOL pode dizer que faz “oposição” ao PT). Com o avanço da novilíngua e o estreitamento do seu vocabulário e da sua imaginação, todas as suas “opiniões” ficam cada vez mais restritas ao espaço discursivo demarcado pelo regime (este espaço do aceitável é chamado em outra literatura de “Janela de Overton“).
Notem que no Brasil…
– ser “a favor de X” quase sempre implica “ser a favor de que X seja fornecido pelo governo federal de graça”.
– a palavra “golpe” contaminou o debate sobre impeachment.
– com enorme facilidade, debates importantes e delicados são sufocados porque interlocutores podem ser chamados de “machistas”, “racistas”, “homofóbicos”, etc, não porque o comportamento deles tenha sido assim avaliado, mas porque emitem opiniões “atrasadas”, “retrógradas”, etc.
– a turminha do DCE não consegue se opôr a ideias diferentes, não apenas porque nunca ouviram falar nelas, mas porque não conseguem sequer concebê-las.
– a turma que ridicularizava os panelaços promove os “vomitaços”.
– a palavra “fascista” é usada hoje para significar “aquele que não concorda comigo”.
Para pensar
Reparem que estes cinco termos preteridos pela “importação seletiva” da esquerda brasileira têm algo em comum: todos servem para detectar malandragem. Com efeito, são termos decontra-malandragem, que ajudam a enxergar o que é falso, exagerado, distorcido e – principalmente – as pessoas responsáveis por essa malandragem.
Em oposição, os termos preferidos pela “importação seletiva” (“mansplaining”, “falsa simetria”, etc.) servem todos eles para enxergar a opressão, a desigualdade, etc. Que espécie de visão de mundo está sendo construída com essa novilíngua, em especial quando os termos que ajudam a ter uma visão crítica dela não são importados? Adoraria ouvir vocês nos comentários.

*Cedê Silva é jornalista. Escreve no medium.com/@CedeSilva e no twitter.com/CedeSilva.


sexta-feira, 17 de março de 2017

Quem tem medo de Gilmar Mendes?
*José Felipe Oliveira

"Felipe, ele vai te processar e a tua vida vai virar um inferno" – disse um amigo, jornalista e editor, quando anunciei o título deste artigo.
Imediatamente, desisti de escrevê-lo.
Ontem, um ministro do STF abriu os salões de sua casa para comemorar o aniversário de um senador do PSDB que poderá ser réu em um tribunal do qual ele faz parte, mas não escreverei sobre isso.
Ontem, um ministro do STF, que também é presidente do TSE, discutiu a reforma política com delatados na lava-jato, mas não escreverei sobre isso.
Anteontem, o presidente da república nomeou o primo de um ministro do STF para o cargo de diretor da Agência Nacional de Transportes, mas não escreverei sobre isso.
No dia anterior, um ministro do STF relativizou o crime de caixa dois e disse que o ato ilícito era uma opção das empresas, mas não escreverei sobre isso.
Há meses, um ministro do STF vem comentando casos que poderá julgar, quase antecipando votos, o que fere a lei da magistratura, mas não escreverei sobre isso.
Há meses, um ministro do STF, que também é presidente do TSE, participa de jantares no palácio de Michel Temer, que é réu no mesmo TSE e será julgado pelo tal ministro, mas não escreverei sobre isso.
Há anos, um ministro do STF busca os holofotes da mídia e age de forma partidária, mas não escreverei sobre isso.
Meu amigo, o jornalista, tem razão. Ele, que também é editor de um jornal concorrente, me alertou para a ausência de críticas sobre a conduta do ministro na imprensa nacional e recordou a frase de outro ministro, dita no Palácio Laranjeiras, em 13 de dezembro de 1968.
"Às favas com os escrúpulos!"
O amigo faz questão de lembrar que eram outros tempos. Naquele dia de 1968, estávamos assistindo ao golpe dentro do golpe.
Hoje, não. Hoje, vivemos numa democracia.
Por isso, não escreverei nada.

Às favas com o artigo!

*José Felipe Oliveira é jornalista.

domingo, 12 de março de 2017

quarta-feira, 8 de março de 2017

Na primeira rodada da Copa Metropolitana 
equipes de Sumaré mostram a 
força do futebol da cidade
           
A primeira rodada da Copa Metropolitana mostrou a força do futebol amador de Sumaré. Das seis equipes da cidade, quatro saíram de campo com a vitória, uma com um empate e a única derrota veio de um duelo entre dois times sumareenses.
O Fumaça, do Matão; foi quem realizou o jogo com maior número de gols, na vitória por 4 a 2 em cima do Real Conceição, de Hortolândia. Já o Baxada, também do Matão; venceu o Geração de Hortolândia, por 2 a 1.
Pelo placar mínimo, União Bom Retiro e Família Unida ambas as equipes da Área Cura, venceram o Mancha, de Cosmópolis e o Canarinho, de Nova Veneza, respectivamente. O único empate sem gols da rodada foi no jogo entre União Salerno, do Jardim Maria Antonia e Cofa, de Campinas.
Os resultados mostram o quanto o futebol amador sumareense é forte. Temos ótimas equipes e campeonatos municipais bem organizados. Isso acaba refletindo em competições que englobam outras cidades da região, com Sumaré sempre se destacando. Mas o principal fruto colhido de tudo isso é o incentivo à prática esportiva, tão necessária para a melhora da qualidade de vida da nossa população.  
Campeonato

Organizada pela Liga Regional Desportiva Paulista-Liredep; a 18ª Copa Metropolitana começou no último fim de semana com 24 equipes de diversas cidades da região, como Sumaré, Hortolândia, Paulínia, Campinas, Nova Odessa, entre outras. Os 24 times estão divididos em seis grupos e, na primeira fase, as equipes se enfrentam entre si dentro do próprio grupo, em dois turnos. Os três melhores de cada grupo avançam para a segunda fase, que terá 18 times. Aí começa o mata-mata. Se classificam para a terceira fase os nove vencedores dos confrontos, mais o time que obtiver o melhor índice técnico entre os não classificados. A competição prossegue desta forma até as semifinais e, depois, a grande final, totalizando seis fases.

terça-feira, 7 de março de 2017

Prefeitura de Sumaré promove “IX Semana da Mulher”

A Prefeitura de Sumaré realiza, de 08 a 15 de março, a “IX Semana da Mulher”, com uma programação recheada de atividades gratuitas voltadas para o público feminino. O evento faz alusão ao Dia Internacional da Mulher, celebrado nesta quarta-feira, dia 08 de março.
Entre os eventos estão palestras sobre a saúde da mulher, nutrição, beleza, segurança, apresentações da Banda Sinfônica Municipal e uma homenagem às mulheres que já deixaram seus nomes registrados na História de Sumaré.
“Após muitos anos, estamos retomando este projeto na nossa cidade, com a intenção de valorizar as mulheres, aquelas que exercem diversas atividades no dia a dia e, por isso mesmo, precisam de um cuidado especial. Nosso foco é incentivar a autoestima dessas mulheres, celebrando também a data histórica”, comentou a presidente do Fundo Social de Solidariedade de Sumaré, Mara Dalben.
PROGRAMAÇÃO:
08/03 – quarta-feira:
8 horas, no Paço Municipal – Rua Dom Barreto, nº 1.303, Centro
Abertura da ‘IX Semana da Mulher’ – Solenidade de troca das bandeiras com homenagem ao Dia da Mulher;
16 horas, no Centro Administrativo – Avenida Brasil, nº 1.111, Nova Veneza. Solenidade de troca das bandeiras com homenagem ao Dia da Mulher. Participação da Guarda Feminina;
09/03 – quinta-feira:
19 horas, no Clube Recreativo de Sumaré – Avenida Rebouças, nº 863, Centro
Palestra “Nutrição na Saúde da Mulher”, com a Dra Patrícia Luquerine;
10/03 - sexta-feira:
14 horas, no Centro de Convivência da Terceira Idade - Avenida Brasil, nº 1.111, Nova Veneza
Palestra “Envelhecimento da Pele”, com o Dr Rodrigo Zanoni;
11/03 – sábado:
10 horas, na feira livre da Avenida Rebouças (Centro) – Apresentação da Banda Sinfônica Municipal;
12/03 – domingo:
10 horas, na feira livre da Avenida Minasa (Matão) - Apresentação da Banda Sinfônica Municipal;
13/03 – segunda-feira:
19 horas, na Escola Municipal Dr Leandro Franceschini - Rua Geraldo de Souza, nº 157 - Jardim Carlos Basso
Palestra “Precauções de Segurança”, com a Guarda Civil Municipal de Sumaré;
14/03 – terça-feira:
8 horas, na sede da Guarda Civil Municipal – Praça Ana Covalenco, nº 30, Parque Residencial Casarão
Solenidade de troca das bandeiras com homenagem às GCMs femininas;
15/03 – quarta-feira:
17 horas, no Centro Administrativo - Avenida Brasil, nº 1.111, Nova Veneza. Homenagem às mulheres que são destaques em Sumaré.

sábado, 4 de março de 2017

Patrulheira da Guarda Feminina de Sumaré
participa de reality show ‘The Best Barber Brasil’

Magali Inácio Ancântara
Magali Inácio Alcântara, 31 anos, patrulheira da Guarda Municipal de Sumaré, foi uma das 15 participantes selecionadas para o reality show “The Best Barber Brasil”, promovido pela Record News.
O programa, que vai escolher o melhor barbeiro do Brasil, começa a ser gravado neste final de semana e deve durar cerca de três meses. Os melhores colocados recebem prêmios em dinheiro e cursos de capacitação no exterior.
A servidora pública conta que consegue conciliar as duas profissões, já que trabalha na Guarda Civil Municipal em escala de plantão. “Faz 15 anos que trabalho como barbeira e, na Guarda Municipal, estou há sete anos”.
Para ela, mais do que dinheiro, o programa “The Best Barber Brasil” pode trazer reconhecimento e alavancar sua carreira. Magali é moradora de Sumaré, mas atende em uma barbearia de Monte Mor.
Para poder participar do reality show, a guarda feminina solicitou afastamento não remunerado junto à Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos, já que os participantes deverão ficar confinados em uma casa e vão participar de provas, nas quais terão de demonstrar suas técnicas e criatividade.
Natação, Ginástica e Futebol recebem investimentos 
da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer de Sumaré  
           
A Secretaria Municipal de Cultura, Esportes e Lazer realiza, exclusivamente na próxima segunda-feira, dia 06, as inscrições para aulas gratuitas de natação. Estão sendo disponibilizadas 200 vagas para crianças e adolescentes de 7 a 17 anos. O aumento no número de vagas nas escolinhas esportivas municipais tem como finalidade fazer com que os equipamentos públicos sejam melhor aproveitados em benefício da população.
Para realizar a inscrição, os responsáveis pelas crianças devem comparecer ao Centro Esportivo Vereador José Pereira, na região central, exclusivamente nesta segunda-feira, das 8h30 às 16h. É necessário levar RG ou Certidão de Nascimento da criança, uma foto 3x4 e comprovante de endereço. O Centro Esportivo está localizado na Rua Sebastião Raposeiro Júnior, Vila Yolanda Costa e Silva.
 Inscrições para aulas de ginástica
A Prefeitura de Sumaré, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Esportes e Lazer, está com inscrições abertas para aulas de ginástica, realizadas no ginásio do Centro Esportivo Vereador José Pereira. Podem participar homens e mulheres a partir de 18 anos.
As inscrições devem ser feitas de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na secretaria do Departamento de Esportes, que fica dentro do Centro Esportivo. O endereço é Rua Sebastião Raposeiro Júnior, s/n°, Vila Iolanda Costa e Silva, região central.
As aulas acontecem todas as terças e sextas-feiras em dois horários: das 8h às 9h e das 9h às 10h. Segundo a professora de educação física Andreza Hespanhol Ravagnani, as atividades envolvem um circuito funcional e ainda exercícios localizados, o que contribui para a postura, equilíbrio, agilidade, flexibilidade, força muscular, coordenação motora, além de fortalecer o sistema cardiorrespiratório. “Há uma grande procura pelas aulas e as pessoas que desejam participar devem vir ao Centro Esportivo e se inscrever. Esporte é saúde e todos estão convidados”, disse a professora.
Mais informações sobre as aulas de ginástica pelo telefone (19) 3828-5446.
Seis equipes de Sumaré disputam a Copa Metropolitana,
que começa neste fim de semana      
Os atletas do futebol amador de Sumaré iniciam a temporada de 2017 neste fim de semana. Seis equipes da cidade disputam a 18ª Copa Metropolitana de Campinas: Baxada (Matão), Canarinho (Jardim Viel/Nova Veneza), Família Unida (Jardim Bom Retiro), Fumaça (Matão), União Bom Retiro (Jardim Bom Retiro) e União Salerno (Parque Salerno/Maria Antonia).
A Prefeitura de Sumaré, em apoio aos atletas, está liberando três campos para a realização da competição regional; do Centro Esportivo, do Jardim Alvorada e do Jardim Bom Retiro.
O campeonato
Organizada pela Liga Regional Desportiva Paulista-Liredep, a 18ª Copa Metropolitana começa com 24 equipes de diversas cidades da região, como Sumaré, Hortolândia, Paulínia, Campinas, Nova Odessa, entre outras. Participam times com grande capacidade técnica e que encantam os apreciadores do futebol. Isto porque, paralelamente ao aspecto técnico, a disciplina é fator fundamental para a longevidade na competição. Atos de indisciplina não são tolerados e assim, prevalece o jogo bem jogado, nos quais os atletas são verdadeiros artistas.
Os 24 times estão divididos em seis grupos e, na primeira fase, as equipes se enfrentam entre si dentro do próprio grupo, em dois turnos. Os três melhores de cada grupo avançam para a segunda fase, que terá 18 times. Aí começa o mata-mata. Se classificam para a terceira fase os nove vencedores dos confrontos, mais o time que obtiver o melhor índice técnico entre os não classificados. A competição prossegue desta forma até as semifinais e, depois, a grande final, totalizando seis fases.
O jogo de abertura acontece neste sábado, dia 04, na “Cofibra”, em Hortolândia, às 15 horas. Serão protagonistas do espetáculo as equipes Freski Massas Afah, de Hortolândia, que disputa a competição pela primeira vez, e Parque Brasília, de Campinas, atual campeã metropolitana.
Entre as equipes de Sumaré, o Baxada, que também estréia no campeonato este ano, joga neste sábado, às 15:30, em Hortolândia. As outras cinco equipes jogam no domingo, dia 05.
Confira:
sábado-04 de março
- Geração (Hortolândia) x Baxada
15:30 – Em Hortolândia (Campo do Caic)
Domingo-05 de março
- União Bom Retiro x Mancha (Cosmópolis)
08:40 – Campo do Bom Retiro
- União Salerno x Cofa (Campinas)
9:40 – Campo do Alvorada
- Família Unida x Canarinho
Clássico sumareense!
- 10:20 – Campo do Bom Retiro
Real Conceição (Hortolândia) x Fumaça
10:00 – Em Campinas (Campo João do Pulo)



sexta-feira, 3 de março de 2017

Sem Criatividade

Luiz Dalben-prefeito de Sumaré
A Prefeitura de Sumaré divulgou uma campanha publicitária informando o vencimento do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) utilizando o slogan "Você contribui, Sumaré retribui" e uma funcionária pública ilustrando a imagem, segurando carnê do IPTU. O material foi feito pela agência de propaganda De Brito, com autorização do prefeito Luiz Dalben (PPS), a mesma que foi contratada durante o governo da ex-prefeita Cristina Carrara (PSDB).
Nada demais se não fosse o slogan parecer uma cópia do carnê do IPTU do ano passado da vizinha Campinas: "Você contribui. A gente realiza". Além disso, a mesma vizinha Campinas lançou no começo deste ano campanha publicitária utilizando servidor. Afinal, pra que serve uma agência se não for para criar peças "novas" e com ideias inteligentes? Além do mais, o uso de servidor público em campanhas institucionais pode provocar constrangimentos nos próprios servidores que, naturalmente, podem se sentir coagidos a participar destas ações.
Transcrito do Portal do Jornal TodoDia-Americana
A melhor resposta que o ministro 
da Educação de Temer poderia receber
* Mari Fernandes

Palavras do Ministro da Educação:
"Eles (os professores) têm férias de 45 dias, aposentadoria especial, descanso pedagógico,
piso nacional e até lanche grátis.
Que outro trabalhador possui tantas regalias?
É preciso enxugar tudo isso ou o país continuará quebrado"...

Desabafo da professora
Caro senhor ministro e burocratas do MEC:
O que leva nosso país à falência, não são nossos 45 dias de férias!
O que fale o Brasil são as férias dos políticos, os recessos brancos e o 14º salário que abocanham, sem descontar imposto de renda!
Aposentadoria ESPECIAL, quem tem são vocês políticos, que trabalham alguns anos em Brasília e incorporam os salários.
Nossa aposentadoria...vem depois de 25 anos de muito trabalho, com 60 horas por semana, quando queremos dar uma vida digna aos nossos filhos!
E se não formos  funcionário público, o professor se aposenta com no máximo quatro mil e pouco.
E diga-se de passagem, mal dá para o remédio, porque depois de 25 anos trabalhando 60 horas por semana, ,com certeza estaremos todos bem debilitados!
Nosso descanso pedagógico, não é nada comparado aos quatro dias que senadores e deputados NÃO trabalham.
Em nosso descanso pedagógico, corrigimos provas, redações, projetos, elaboramos provas.
Ah! Na maioria das vezes, imprimimos as provas em casa, naquela impressora que compramos dividida em 10 vezes em nosso cartão de crédito! Ao contrário dos políticos, não temos gráficas pagas com o dinheiro do povo.
Não temos dias livres para participar de festinhas de São João em nossos estados, aliás, vamos a festas de São João sim, mas aquelas em que fazemos rifas em nossas escolas para proporcionar um pouco de alegria as comunidades onde atuamos!
Piso nacional?
Bem isso é privilégio dos políticos, Deuses do Olimpo, que decidem quando vai aumentar os próprios salários e quanto vão ganhar!
O lanchinho de graça?
Deixe-me contar uma novidade...
Talvez os senhores, com toda sua sabedoria, não saibam... pois muitos de vocês nunca pisaram em uma sala de aula.
Professores fazem vaquinha para comprar até o café que tomam nas escolas!
Quanto as regalias, bem fico meio sem graça de expor a vida de milionários que levamos.
Nossas regalias se restringem a: levantar 5 horas da manhã, trabalhar até às 11 da noite..
Sim muitos de nós trabalhamos três turnos!
O terceiro turno, trabalhamos para pagar a gasolina que os políticos usam, a casa onde moram, as passagens de avião,  a gráfica que utilizam, os correios para enviarem cartões de aniversário para seus eleitores, o colégio caro que os filhos frequentam na Europa, o carro importado que dirigem, as roupas de grife que usam e os lanchinhos que comem, (que ao contrário do nosso, custa, por mês, a faculdade de uma vida inteira de nossos filhos).
Não senhor ministro e senhores burocratas comissionados, não se preocupem!
Os professores não levarão este país a falência, sabe por quê?
Porque se depender da consciência política de nossos representantes, ele já está falido.
Sim, esta falência atribuímos a todos os senadores, deputados, governadores, prefeitos e vereadores; que fazem da política uma carreira e não sabem que não existe dinheiro público.
O que existe é o Dinheiro do Povo!

Mari Fernandes é professora no Estado de São Paulo